O projeto de restauração e adaptação para abrigar o futuro Centro Cultural Justiça Federal exigiu um arrojado plano de obras de infra-estrutura, que teve como orientação principal não só a preservação dos espaços originais como também os conceitos arquitetônicos que nortearam a concepção do projeto original.
Os acréscimos feitos no 4º pavimento, iniciados na década de 1930, já faziam parte da memória coletiva. Desta forma, foram mantidos e utilizados para a Administração do CCJF.
Pelos indícios de que no projeto original do Palácio Arquiepiscopal existiria um porão embaixo da escadaria principal, foi criado um subsolo técnico, preservando-se, assim, as áreas nobres originais.
Outra proposta foi a criação de um pequeno teatro, na antiga garagem. O apoio operacional para seu funcionamento foi instalado no subsolo, coerente com o restrito acesso às dependências técnico-operacionais do Centro Cultural.
Veja as principais intervenções executadas ao longo da obra.